O PDR defende acima de tudo os interesses dos portugueses e de Portugal.

Uma das nossas bandeiras é, e sempre foi, a luta contra a corrupção que, por ano, desvia 18,2 mil milhões de euros dos cofres do Estado.
Relembramos que 15 mil milhões é quanto Portugal vai “pedinchar” à União Europeia, quando bastaria termos um ano sem políticos corruptos, para ficarmos a salvo de mais um atropelo aos direitos dos trabalhadores e ao saque perpectuado através do aumento de impostos.

Por essa razão, ninguém pode continuar  a aceitar passivamente os ajustes directos que reiteradamente têm beneficiado os “amigos do regime”, ou seja, dos partidos que desde há 45 anos se revezam no poder.

É possível acabar com este “favoritismo” na atribuição de milhões de euros que, ano após ano, ajuste directo após ajuste directo, tem prejudicado o nosso país e os portugueses.

A luta contra a corrupção está nos genes dos nossos militantes, e um deles, Alberto Ribeiro, Técnico Oficial de Contas na reforma, prontificou-se a ajudar o Tribunal de Contas, em regime PRO BONO, para analisar e escrutinar as respectivas factura e recibos relativos aos ajustes directos e compras feitas pelo Governo e pelas Autarquias.

O PDR agradece o voluntarismo do nosso militante e questiona se mais portugueses querem juntar-se a nós para enviarmos uma lista de voluntários especialistas em contabilidade para colaborarem em regime de voluntariado com o Tribunal de Contas.