PDR ACUSA MINISTRO EDUARDO CABRITA

PDR ACUSA O MINISTRO EDUARDO CABRITA DE USAR OS FESTEJOS DO TÍTULO DE CAMPEÃO NACIONAL DE FUTEBOL MASCULINO PARA IMPEDIR O DIREITO À REUNIÃO E À MANIFESTAÇÃO

 Lisboa, 17 de Julho de 2021 – O Partido Democrático Republicano (PDR), em processo de alteração de nome para ADN, acusa Eduardo Cabrita de estar a usar a própria incompetência em gerir situações como a que aconteceram durante os festejos do título de campeão nacional de futebol masculino para criar uma lei que impeça reuniões públicas e manifestações que desagradem ao Governo.

“Este Ministro da Administração Interna tem sido uma grande anedota, mas tendo em conta o vasto apoio familiar que tem dentro do PS e do próprio Governo, sabemos que se torna muito complicado demiti-lo. Todavia, o país não aguenta mais um Ministro que não tem cumprido minimamente com as suas funções e que tem feito muito mal aos portugueses”, afirma Bruno Fialho, presidente do PDR.

 Bruno Fialho diz ainda que: “Para além da tentativa de usar os festejos do título de campeão nacional de futebol para criar uma lei repressiva e feita à medida para impedir reuniões e manifestações que não sejam do agrado do Governo, não podemos esquecer que o Ministro Eduardo Cabrita optou ao longo do seu mandato por manter as forças policiais sem as mínimas condições essenciais para que os portugueses se possam sentir seguros na rua e em casa, como se constatou ontem em Estremoz. Para além disso, este Ministro tem um reportório de tomar decisões inadmissíveis sempre que falha, tal como o fez nos festejos do Sporting, a título de exemplo: aquando da morte do cidadão ucraniano Ihor Homeniuk nas instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, no aeroporto de Lisboa, em vez de mudar internamente o que está mal nesta força policial, decide acabar por completo com o SEF; no realojamento dos trabalhadores rurais no concelho de Odemira, em vez de utilizar infraestruturas públicas, decretou uma requisição civil ilegal e imoral a casas particulares, algumas de primeira habitação; no caso das golas antifumo, que ele afirmou ser uma polémica partiu de uma “notícia falsa”, na verdade acabou por ser  um dos visados pelo Ministério Público na investigação, mas parece que o processo perdeu-se numa “manhã de nevoeiro”, tal qual D. Sebastião; quando desperdiçou um investimento de milhões na rede do SIRESP, sem qualquer justificação; quando ele mesmo provou do próprio “veneno” da sua incompetência e ficou duas horas na fila para o voto antecipado ou, por fim, quando mostrou uma frieza desumana ao mostrar uma postura de total indiferença no caso do atropelamento mortal na A6 com o carro que o transportava”.