PDR REPUDIA O ATAQUE DA UNIÃO EUROPEIA À HUNGRIA

O ainda PDR – Partido Democrático Republicano, que está no final do processo de alteração de nome no Tribunal Constitucional, lamenta que, 17 países da União Europeia, liderados pela presidente do Executivo da UE, Ursula von der Leyen da União Europeia, tenham decidido atacar a Hungria por causa de uma lei que não é contra ninguém, mas apenas a favor das crianças

 

Lisboa, 26 de Junho de 2021 – A Comissão Política do PDR mostra-se solidária com a Hungria, pois não compreende como é que a decisão do parlamento húngaro em proibir pornografia e conteúdo que represente a sexualidade, ou promova o desvio da identidade de gênero, mudança de sexo e homossexualidade que não devem ser acessíveis para menores de 18 anos, colide com os direitos da comunidade LGBTQI+.

“O Partido Democrático Republicano (PDR) quer deixar bem claro que todos têm os mesmos direitos, independentemente das opções sexuais de cada um e não podemos confundir homossexualidade com pedofilia, mas a lei que a Hungria promulgou não faz essa comparação, pois isso sim, jamais aceitaríamos algo que apontasse para esse caminho, porque seria retroceder décadas naquilo que foi alcançado ao nível dos direitos da comunidade homossexual. Todavia, também não devemos permitir que crianças e menores sejam bombardeados com as ideias de uma cultura de esquerda-radical que quer impôr uma agenda muito própria”, clarifica Bruno Fialho, presidente do PDR – Partido Democrático Republicano.

“Foi vergonhoso ver alguns partidos portugueses atacar uma lei sem conhecerem o seu conteúdo ou o alcance da mesma, mas pior foi observar 17 países da União Europeia, juntarem-se sob a batuta da presidente do Executivo da UE, Ursula von der Leyen da União Europeia e decretarem “guerra” à Hungria, devido a esse país ter promulgado uma lei sobre a proibição da propaganda LGBTQI+ às crianças e nas escolas”, considera Bruno Fialho.

E acrescenta: “É fácil verificar que esta lei húngara não proíbe os adultos de serem homossexuais ou sequer obriga-os a viver de determinada forma. Pelo contrário, dá total liberdade para todos viverem como quiserem, sem discriminar seja quem for com base na sua orientação sexual”.

“O PDR é contra o “novo normal”, onde um jovem menor de 18 anos não tem capacidade para votar ou para casar, mas o Estado considera que tem capacidade e maturidade para mudar de sexo”, afirma Bruno Fialho.

“Não podemos continuar a viver numa sociedade onde a minoria LGBTQI+, para além de querer ser dona do abecedário, pois cada ano que passa o circo das siglas desta associação tem vindo a aumentar, também quer ser dona dos conteúdos nas escolas e da educação das famílias. Ninguém deve ser discriminado seja porque razão for, mas não podemos tolerar os intolerantes desta comunidade que atacam sem limites quem pensa de forma diferente”, refere Bruno Fialho.

“Por essa razão, o PDR considera que se 17 países da União Europeia aceitam que se deve continuar a tentar doutrinar as nossas crianças nas escolas para normalizar a “ideologia de género”, a qual defende que ninguém nasce homem ou mulher e que não é a natureza e a biologia que definem qual o sexo de uma criança, então os valores desta União Europeia não servem os portugueses, pois à ciência o que é da ciência e às escolhas pessoais o que é das escolhas de cada um. Nesse sentido, não há “bazuca” alguma que nos corrompa e aos nossos valores e princípios”, conclui Bruno Fialho.