PORQUE SOU CANDIDATO?

Em primeiro lugar porque a Presidência da República não pode continuar a ser um mero concurso de popularidade entre candidatos que não conhecem como é que a grande maioria dos portugueses sobrevive diariamente.
O Presidente da República tem de ser alguém que conhece a realidade em como vive a grande maioria dos portugueses e não alguém que apenas conhece como vive 10% da população mais afortunada.
A Presidência da República só pode ficar bem entregue a alguém que cresceu com e nas mesmas condições da maioria dos portugueses, que nunca foi privilegiado pelo poder que a sua família tem, que sabe o que é subir a pulso na vida e que não tem “amigos poderosos” a quem tenha de prestar contas.
Os portugueses têm de se livrar das amarradas de um passado que perduram há décadas, em que somente quem era o Sr. Doutor rico e de famílias influentes merecia o respeito da nossa sociedade.
Foi assim que, exceptuando o General Ramalho Eanes, quase todos os anteriores Presidentes da República foram escolhidos, pois tinham ligações a grupos poderosos e amigos influentes, que até roubaram os portugueses.
Em segundo lugar, considero que a próxima eleição à presidência da República não se pode resumir a uma disputa entre dois candidatos, muito parecidos entre si.
Num lado temos o candidato populista das selfies e do “apure-se”, que não apresenta ideias para o país, que protege os amigos influentes e que foi criado e apoiado por uma imprensa que, indevidamente, recebe dinheiro dos impostos de todos os contribuintes portugueses.
Do outro lado, temos o candidato extremista, que apela, sem acreditar no que diz, a uma reacção revolucionária do povo contra algumas minorias, que foi criado pela mesma imprensa que elegeu o actual presidente.
É preciso que haja uma alternativa credível que devolva a confiança, lucidez e serenidade necessárias  ao povo português no meio de tanto barulho inútil, que quebre com todas as regras sociais que estão enraizadas na nossa política, que nos impõem ano após ano candidatos passados a papel químico.
As causas que preocupam realmente o Pais jamais poderão ser silenciadas numa luta de egos ou de políticas banais.
E é por isso que eu peço a todos os portugueses que tomem a enorme responsabilidade de mostrar aos chamados poderosos e influentes que quem decide as eleições são as pessoas que no dia-a-dia sabem o que é fazer sacrifícios e não os que se consideram os Donos Disto Tudo!
O seu voto é a única arma que poderá derrotar décadas de políticas feitas para os mesmos de sempre!
Junte-se a mim nesta caminhada, por todos e pelo nosso país!
Está na hora de mudarmos Portugal!
Um abraço
Bruno Fialho